Em
uma gestão patrimonialista utiliza-se a escola como espaço privado, onde gestor
tira aproveito de sua função pública para obter acesso
privilegiado às decisões, como se fosse o “dono” da instituição.
Quanto ao gestor da escola patrimonialista, pode-se dizer que ele não tem a obrigatoriedade de colocar a
comunidade escolar a par da arrecadação financeira da escola , nem dos lucros obtidos nos eventos realizados, assim como também não há
participação e nem permissão
para que a comunidade opine sobre o
que deve ser feito ou empregados seus recursos financeiros, o gestor toma suas
próprias decisões, decide sozinho sobre as prioridades da sua escola ,e visa sempre a
obtenção de lucros, não se importando
com a realidade de sua comunidade escolar.


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